<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33924561</id><updated>2011-04-22T00:48:15.123-03:00</updated><title type='text'>Arte Revoltada</title><subtitle type='html'>Local de exposição das ofensas mais refinadas que a mente humana poderá um dia apreciar.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcos Felipe Harder Annunziato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05658774990845297866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__YDhBeT4l6E/ScK9RkYchdI/AAAAAAAAAAo/G0V1_slmsn4/S220/felipe_harder_116.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33924561.post-7503933691812510570</id><published>2007-09-29T10:19:00.000-03:00</published><updated>2007-09-29T10:29:00.184-03:00</updated><title type='text'>Ensaio sobre a "democracia" e suas atuais condições.</title><content type='html'>Este artigo foi escrito em 10 de setembro de 2006 para uma competição inter-escolares promovida pela Folha Dirigida. Infelizmente meu colégio não foi capaz de reunir alunos suficientes para entrar na competição, portanto este artigo nunca foi publicado. Venho então publicá-lo informalmente, um ano após a sua produção, selando definitivamente a necessidade de que as pessoas o leiam (que parece ser maior do que no ano passado, e creio que esta onda crescente não mudará de curso nas próximas décadas).&lt;br /&gt;    Viva a liberdade de expressão! Livre para dizer o que pensa para uma nação escrava do pensamento e reprodutora das idéias dos grandes e poderosos. Simplesmente irônico... Um tiro no pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A democracia surgiu sob o ideal de trazer igualdade para os cidadãos da sociedade, buscando a participação popular no destino de sua nação.&lt;br /&gt;    Surgindo no período da Grécia clássica, sob o governo de Clístenes de Atenas, a democracia mostrava-se como uma esperança diante do contexto político, intensamente caracterizado pela tirania. No entanto, a democracia foi esquecida nos primeiros anos do império Romano, tendo o seu retorno à História no século XVII como teoria, e XVIII de modo efetivo, graças aos ideais propagados pelo mundo com a influência da revolução francesa e a independência dos Estados Unidos da América sob a forma de democracia moderna.&lt;br /&gt;    Buscando a definição do verbete democracia pelo dicionário eletrônico &lt;i&gt;Houaiss&lt;/i&gt;, encontra-se: “governo do povo; governo em que o povo exerce a soberania; sistema político cujas ações atendem aos interesses populares; governo no qual o povo toma as decisões importantes a respeito das políticas públicas (...); sistema político comprometido com a igualdade ou com a distribuição equitativa de poder entre todos os cidadãos.”&lt;br /&gt;    Atentando para a definição, é interessante lembrar que mesmo com todos os ideais de igualdade difundidos por quase todo o mundo, graças a globalização, a democracia parece cada vez mais esquecer o seu real sentido, impresso na etimologia da palavra, do grego &lt;i&gt;dêmos,&lt;/i&gt; “povo”, e &lt;i&gt;kratía,&lt;/i&gt; “força, poder”. Ao olhar o Brasil de forma crítica, tendo em mãos a definição da democracia moderna, percebe-se um enorme abismo que separa o caráter ideológico da constituição brasileira e a efetivação do mesmo.&lt;br /&gt;    Infelizmente os ideais apresentados durante o Iluminismo não foram seguidos à risca no tocante à igualdade de poder. Tratando-se do mundo capitalista em que o Brasil está inserido, onde o capital representa o poder, e como uma continuação de toda a História já ocorrida, este poder se mantem concentrado nas mãos desta minoria.&lt;br /&gt;    De fato, muita evolução ocorreu no sistema democrático desde Clístenes até os filósofos iluministas, como o barão de Montesquieu e John Locke. Porém, com boa parte da população parecendo manter desligado o seu olhar crítico sobre o contexto político, toda esta evolução se mostra ameaçada. Isso pode ser constatado em pesquisas datadas do ano de 2005 que indicam um fato realmente preocupante: a insatisfação do brasileiro com a democracia.&lt;br /&gt;    Segundo a revista britânica &lt;i&gt;The Economist&lt;/i&gt;, a preferência pela democracia no Brasil - que em 1996 era de 50% dos entrevistados, número já preocupante - teve uma constante queda, sendo que em 2005 somente 37% dos brasileiros tinham preferência pela democracia.  &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Mais preocupante ainda, são os dados do Latinobarômetro indicando que apenas 56% dos brasileiros da atualidade rejeitam a idéia de um eventual retorno do poder aos militares. Estes dados não só preocupam, como também tomam feições aterrorizadoras em face às repressões já sofridas durante o regime militar por aqueles que tanto lutaram por essa liberdade,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;para que a mesma seja entregue sem o menor traço de protesto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33924561-7503933691812510570?l=arte-revoltada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/feeds/7503933691812510570/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33924561&amp;postID=7503933691812510570&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default/7503933691812510570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default/7503933691812510570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/2007/09/ensaio-sobre-democracia-e-suas-atuais.html' title='Ensaio sobre a &quot;democracia&quot; e suas atuais condições.'/><author><name>Marcos Felipe Harder Annunziato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05658774990845297866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__YDhBeT4l6E/ScK9RkYchdI/AAAAAAAAAAo/G0V1_slmsn4/S220/felipe_harder_116.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33924561.post-115777380245023072</id><published>2006-09-09T00:50:00.000-03:00</published><updated>2006-09-09T01:13:09.276-03:00</updated><title type='text'>2o. Post: Auto-flagelo ou inconformismo?</title><content type='html'>Por que o mundo t&amp;aacute; assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser bom &amp;eacute; t&amp;atilde;o dif&amp;iacute;cil?&lt;br /&gt;Talvez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ser&amp;aacute; t&amp;atilde;o f&amp;aacute;cil assim ser uma m&amp;aacute;quina propagadora do mal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papai do C&amp;eacute;u, t&amp;aacute; tudo t&amp;atilde;o fora de ordem...&lt;br /&gt;Por que n&amp;atilde;o envia logo O Teu amado, e d&amp;aacute; um jeito nisto tudo...&lt;br /&gt;Eu quero fazer a minha parte, mas sou t&amp;atilde;o d&amp;eacute;bil e fraco...&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;o nada direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantos precisando de mim, seus olhos gritam pedindo miseric&amp;oacute;rdia.&lt;br /&gt;Vidas que se v&amp;ecirc;em enclausuradas em um inferno terreno sem sa&amp;iacute;da, sem ar, claustrof&amp;oacute;bico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida passa ser t&amp;atilde;o dif&amp;iacute;cil quando se olha para o lado...&lt;br /&gt;Deve ser por isso que as pessoas pisam firme, e andam a correr pelas ruas...&lt;br /&gt;Esbarrando nos postes, nas pessoas, tanto faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida n&amp;atilde;o faz mais sentido?&lt;br /&gt;A dor f&amp;iacute;sica conforta a dor do cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;&amp;Eacute;... Tem algo errado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O su&amp;iacute;cidio lento se mostra como uma sa&amp;iacute;da.&lt;br /&gt;Nos matamos aos poucos, para fugir dos problemas.&lt;br /&gt;Isso porque n&amp;atilde;o vemos a sa&amp;iacute;da, quase impercept&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No in&amp;iacute;cio &amp;eacute; s&amp;oacute; uma frestinha de luz... E se n&amp;atilde;o a percebermos, continuar&amp;aacute; sendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas n&amp;atilde;o... Eu consigo olhar para esse frestinha, e vejo que h&amp;aacute; luz nesta caverna da vida, cheia desta fuma&amp;ccedil;a que me asfixia, que me impossibilita de pensar, de desejar, de viver... Mas eu consigo ver este pequeno raio de luz que ao olhar para cima, ilumina meus olhos molhados, enchem meu ser de esperan&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue que n&amp;atilde;o p&amp;aacute;ra de correr, a dor que mesmo sendo forte, n&amp;atilde;o me faz esquecer esta dor, t&amp;atilde;o forte, que aperta meu peito...&lt;br /&gt;Tudo isto me sufuca, mas a luz t&amp;iacute;mida que consigo enxergar toma dimens&amp;otilde;es t&amp;atilde;o grandes a partir do momento que a desejo, e que vejo que h&amp;aacute; uma sa&amp;iacute;da...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela me puxa...&lt;br /&gt;Ela me diz: Filho meu, h&amp;aacute; uma sa&amp;iacute;da... Uma sa&amp;iacute;da que guardei s&amp;oacute; pra ti... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sentir meu corpo saindo desta caverna, come&amp;ccedil;o a lembrar de tudo que um dia fiz, e sentir que nada disso existir&amp;aacute; novamente.&lt;br /&gt;Meu corpo caminha para luz, em uma alegria que nunca senti. &lt;br /&gt;A vida parece ser boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que coisa estranha, viver &amp;eacute; bom?&lt;br /&gt;Existe esperan&amp;ccedil;a?&lt;br /&gt;Existe amor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim... Sempre haver&amp;aacute; uma pessoa que te dar&amp;aacute; a m&amp;atilde;o no momento que mais precisa, nem que isso seja feito em sil&amp;ecirc;ncio, em profundo compartilhamento da dor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo, que ningu&amp;eacute;m esteja a estender a m&amp;atilde;o confortadora...&lt;br /&gt;Volto a ouvir a voz que me tirou da caverna, que diz: Eu estou aqui, s&amp;oacute; para te ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como o filho que reencontra a sua m&amp;atilde;e, sinto um forte abra&amp;ccedil;o, onde horas se passam e n&amp;atilde;o quero mais ser largado.&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o percebo o tempo passar.&lt;br /&gt;Sim... A vida vale a pena...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre h&amp;aacute; uma sa&amp;iacute;da...&lt;br /&gt;O anoitecer &amp;eacute; frio, mas o s&amp;aacute;bado amanhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; preciso sentir a dor para entender como &amp;eacute; boa a alegria?&lt;br /&gt;Sei de um lugar onde a dor n&amp;atilde;o mais existir&amp;aacute;...&lt;br /&gt;Onde a felicidade &amp;eacute; sem fim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua cheia me enlouquece... Ser&amp;aacute; que ningu&amp;eacute;m me v&amp;ecirc;? Ningu&amp;eacute;m me ouve neste hist&amp;eacute;rico pedido de ajuda silencioso?&lt;br /&gt;Mas vejo-a, a lua, caminhando para o oeste, sem tempo nem para um adeus. At&amp;eacute; que em uma mescla de cores, vejo aquele mesmo raio de luz, aparecer de mansinho, iluminando, vindo do leste.&lt;br /&gt;Olhos fechados, sorriso sincero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde h&amp;aacute; luz, n&amp;atilde;o pode haver trevas.&lt;br /&gt;O dia amanhece...&lt;br /&gt;Sempre amanhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dedicado &amp;agrave; &amp;uacute;nica pessoa em minha lembran&amp;ccedil;a que me fizeste derramar l&amp;aacute;grimas com um pouco menos de 15 palavras... &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33924561-115777380245023072?l=arte-revoltada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/feeds/115777380245023072/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33924561&amp;postID=115777380245023072&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default/115777380245023072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default/115777380245023072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/2006/09/2o-post-auto-flagelo-ou-inconformismo.html' title='2o. Post: Auto-flagelo ou inconformismo?'/><author><name>Marcos Felipe Harder Annunziato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05658774990845297866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__YDhBeT4l6E/ScK9RkYchdI/AAAAAAAAAAo/G0V1_slmsn4/S220/felipe_harder_116.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33924561.post-115750260793118149</id><published>2006-09-05T20:54:00.000-03:00</published><updated>2006-09-06T21:12:29.746-03:00</updated><title type='text'>1a. vítima</title><content type='html'>Eu, no auge da minha humildade, me diminuindo ao máximo que meu ego e minha auto-estima pode sobreviver, ainda me declaro superior a toda esta ignorância instruída!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um dia o homem houvesse pensado de modo coerente, e não conseguisse conter seu desejo de segregação de uma mesma espécie em raças, teria criado uma terceira classe denominada 'animais alfabetizados impensantes', ou irracionais se melhor preferirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda chance de demonstrar seu desprezível intelecto em uma tentativa obviamente impensada, uma vez que lhe falta capacidade para o oposto, ele aproveitará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cercado pelos holofotes imaginários, ao lado de uma platéia que aclama sua habilidade de pseudo-raciocínio ainda em evolução, semelhante ao encontrado na célula desprovida de carioteca, ele se descobre e se mostra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o que mais me enoja e fascina ao mesmo tempo...&lt;br /&gt;Poder apreciar um exemplar 'alfabetizado irracional' em atuação, ou ver seus seguidores a ouvir atentamente aclamando com comentários que apesar de intensa carga negativa intelectual, ainda não conseguem ser tão fascinantes e verdadeiros mantenedores de pensantes bocas abertas paralisadas que não podem crer no que ouvem, quanto seu líder intelectual de apreciado três dígitos iniciados por um zero seguido de uma vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu consolo é que isso irá passar...&lt;br /&gt;Ao menos para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que sentirei saudade de seus comentários que tanto me reanimavam nos meus momentos de auto-flagelo que possuem suas causas em falhas intelectuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me declaro superior a nenhum outro humano, desde que a definição de animal racional nunca deixe de ser atrelada aos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais ofensas por hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ofereço estas belíssimas palavras requintadas de intensa arte de caráter absolutamente benevolente à pessoa de supra-suma capacidade de liderança e intrometimento onde sua presença não foi só não requisitada, como também indesejada, dotada das poucas idéias das quais minha mente pensante ainda não teve capacidade de interpretação para tais, onde nem no mundo do absurdo existe a resposta, talvez nos dos quadrúpedes, sem querer menosprezá-los, é claro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33924561-115750260793118149?l=arte-revoltada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/feeds/115750260793118149/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33924561&amp;postID=115750260793118149&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default/115750260793118149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33924561/posts/default/115750260793118149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arte-revoltada.blogspot.com/2006/09/1a-vtima.html' title='1a. vítima'/><author><name>Marcos Felipe Harder Annunziato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05658774990845297866</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/__YDhBeT4l6E/ScK9RkYchdI/AAAAAAAAAAo/G0V1_slmsn4/S220/felipe_harder_116.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
